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Chow-Chow – Adestra Campinas

O Chow Chow é um cão robusto com uma cabeça larga e orelhas pequenas e arrendondadas. A raça tem um pêlo bastante denso, que é ao mesmo tempo liso e resistente. A pele é particularmente grossa ao redor do pescoço, dando a aparência de uma juba. O pêlo pode ser um entre várias cores, incluindo marrom-avermelhado (descrito como “vermelho”), preto, azul, cor-de-canela, creme, ou branco. Nem todas as variedades de cores são reconhecidas e válidas em todos os países. Indivíduos malhados ou multicoloridos são considerados fora do padrão da raça. Chow Chows são incomuns por possuírem uma língua preto-azulada e pernas bastante retas que resultam em um andar um tanto empolado.

Normalmente mantido como um cão de companhia, o Chow Chow tem uma reputação de ser uma raça teimosa e independente e às vezes difícil de se treinar. Eles têm a reputação de serem agressivos, podem ser bastante indiferentes com estranhos e freqüentemente não se dão bem com outros cães.(muito raramente)

Os chow chows são cães carinhosos devido a esse temperamento, muitas vezes mal interpretado, o Chow Chow, deve desde cedo, assim que liberado pelo veterinário, iniciar um trabalho de sociabilização, onde outras pessoas, cães e mesmo gatos devem fazer parte de seu convívio diário, sendo que no caso de animais, principalmente no início, a convivência deve ser supervisionada. Vale ressaltar que assim como nos seres humanos, cada animal possui seu próprio e único temperamento, que deverá ser sempre levado em consideração.

altura: 46 para 56 cm | peso: 20 para 32 Kg

12 dicas para ajudar seu cão que tem medo dos fogos

Veja aqui algumas dicas básicas e interessantes para ajudar seucão!

  • IMPORTANTE: NUNCA punir seu animal, mesmo se ele fizer xixi, também não tente protege-lo demais (dando colo, por exemplo), caso contrario você vai incentivar seu cão a ter esse comportamento.
  •  Evite fugas: A primeira coisa a fazer nas noites de festa é fechar bem as portas e as janelas. No desespero, cães e gatos tentam fugir, o pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino. Animais com certa idade podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e diversos outros problemas.
  • Crie um refúgio: Coloque seu bicho em um lugar onde ele se sinta seguro. Mantenha a luz acesa e, se ele estiver acostumado, deixe TV e rádio ligado. Converse um pouco, faça carinho e vá visitá-lo de tempo em tempo
  • Ajude ele a se sentir protegido: Tente diminuir os ruídos, coloque cobertores pesados ou ate mesmo um colchão tampando a janela e outras frestas.
  • Tampões: Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos.
  • Jamais ofereça a comida da ceia: Pode até ser que o peru esteja divino e a maionese seja light. Mas nada de dar ao seu bicho a comida da ceia de Réveillon. Problemas de digestão, somados ao pânico que ele sente dos rojões, podem até levar à morte, em casos extremos. Alimente-o com a ração de costume e ofereça água. Evite até dar biscoitinhos  para que ele não associe o fato de ter medo a uma coisa “boa” que ele pode ser recompensado.
  • Solte a coleira: Não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões. Se precisar isolá-lo, deixe-o fechado num quartinho.
  • Acalme-o : Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Em casos muito graves, converse com o veterinário.
  • Identifique seu animal: Coloque uma coleira com plaqueta de identificação no pescoço do seu cão ou gato, importante para achá-lo no caso de fuga. A coleira do gato deve ser elástica, para que não haja risco de enforcamento ao se prender a um galho ou outro objeto. A plaqueta deve conter o número do seu telefone (residência e celular).
  • Evite brigas: Não deixe muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam e se ferem gravemente.
  • Distraia seu bichinho: se for possível ficar com eles durante a queima de fogos tente desviar a atenção dele com aquelas brincadeiras que ele mais gosta.
  • Evite acidentes: Retire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada ou derramada do ambiente que o animal vai freqüentar.

Principais conseqüências do contato com fogos e barulhos altos demais:

  • Fugas, perdidos eles podem se afogar, ser atropelados ou mesmo provocar acidentes.
  • Mortes, enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir, ou mesmo ao tentarem passar por vãos pequenos. Atirando-se de janelas, atravessando portas de vidro, batendo a cabeça contra paredes ou grades.
  • Ferimentos, quando atingido ou quando abocanham rojão achando que é algum objeto para brincar.
  • Traumas emocionais, resultando na mudança de temperamento para agressividade.
  • Ataques, contra os próprios donos e outras pessoas.
  • Brigas com outros animais com os quais convivem inclusive.
  • Mutilações, no desespero de fugir atravessando grades e portões.
  • Convulsões em cães de mais idade.
  • Quedas de grandes alturas.
  • Aprisionamento indesejado em lugares de difícil acesso na tentativa de se protegerem.

A Hill’s, fabricante de alimentos para animais, também da uma dica que vale a pena tentar!

Grave o som de fogos de artifício ou trovão e coloque para tocar em um volume baixo. Enquanto isso, confira a reação do seu bicho e tente distrai-lo com brincadeiras. Aos poucos e de tempos em tempos, vá aumentando o volume. Se ele voltar a mostrar medo, tente mais tarde. Dependendo do trauma do seu bicho, o processo pode ser longo e requerer uma dose extra de paciência. Mas, no final, o cão irá conviver bem melhor com o barulho dos fogos de artifício.

Bichon Frisé – Adestra Campinas

De origem franco-belga, o Bichon Frisé é uma raça antiga, descendente do Barbet. A raça foi reconhecida oficialmente na França em 1933. Na época, como a raça era conhecida por dois nomes diferentes, “bichon” e “teneriffe”, foi proposta uma unificação. Foi então criado o nome “Bichon Frisé”, em referência ao tipo de pelagem cacheada, que o difere dos outros bichons.
Sua pelagem é branca, longa, macia e cacheada. Pode atingir o comprimento de até 10 cm em algumas partes do corpo. Os olhos são escuros, mais arredondados do que amendoados. As orelhas são caídas e bem revestidas de pêlos finos e frisados. O tamanho do Bichon Frisé não deve ultrapassar os 30 cm., medidos na altura da cernelha.

A raça possui todas as qualidades de um bom cão de apartamento. Não solta pêlos, adora a companhia da família, tem porte pequeno, e não necessita de grandes espaços. Porém, é uma raça que tem muita disposição e precisa exercitar-se regularmente. Segundo Leandro Levendosk, de São Paulo, SP, criador da raça há 4 anos,

 o bichon adapta-se com facilidade à espaços menores, mas “é importante observar que dispõe de muita energia e precisam de uma dose razoável de exercício diário”, explica.

Temperamento
É uma raça considerada sociável, inteligente e de boa adestrabilidade. Muito ativo, o bichon está sempre disposto, é alegre e brincalhão. Em casa, sempre busca por companhia. “Eles adoram carinho, e preferem permanecer ao lado dos donos”, diz Leandro.
É uma raça tranquila também em relação às crianças. Aceita bem outros animais, mas precisa manter contato com eles desde cedo. “É uma raça para conviver em família”, conclui.

A raça no Brasil
Apesar da excelente qualidade dos exemplares brasileiros, a criação da raça no Brasil não é grande nos dias de hoje. “A criação do Bichon Frisé já esteve mais forte no Brasil há 10 anos”, reconhece Leandro.
De acordo com a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia) foram registrados somente 398 exemplares no ano passado, contra mais de 1.100 registros no ano de 2000.

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As possibilidades em adestramento de cães, por Susan Garrett

Este artigo foi escrito pela Susan Garrett, treinadora canadense de Agility e Obediência

“Recentemente me envolvi em uma discussão sobre metodologias de adestramento com amigos e membros da CAPPDT. Me senti impelida a escrever esse post e espero que o tenha feito sem julgamento. Sei que já discuti esse assunto diversas vezes no passado, mas ele certamente vale mais uma olhada.”

Você sabe por que alguém treinaria um cão usando força e intimidação se esse alguém não achasse que fosse necessário? A resposta é: eu acho que ninguém treinaria assim.

CLICKER FREAKS – Doidos do clicker

Independente da metodologia escolhida no adestramento, estamos todos unidos pelo nosso amor por cães. Pense nisso, se você ama cães e treina com intimidação e força, você já deve estar armado com milhares de razões porque você acredita que a força é necessária, a fim de satisfazer aquela voz suspirando em seu ouvido que continua a te perguntar “…. e se todos aqueles doidos do treino positivo estão aprontando alguma?”.

Imagine se existisse um mundo onde você pudesse treinar seu cão para fazer qualquer coisa que você desejasse; ser o melhor e mais incrível companheiro que você já teve; atingir todos os seus objetivos de treino e fazer tudo isso em metade do tempo que você gastou com cães no passado; tudo isso sem nunca corrigir seu cão fisicamente e sem perder o controle e bom humor enquanto treina… você não gostaria de ir a esse mundo?

Alguns de nós vivemos e prosperamos em tal mundo de treinamento canino. Um lugar onde cães não são culpados, nem corrigidos verbalmente ou fisicamente por seus “erros”. Sim, esse mundo existe. Não importa se você treina cães de prova de caça ou apenas cães de companhia; treinar dessa maneira É possível para TODOS.

Não é o cão…

Talvez você já tenha visto outros treinarem sem correções e seus cães não tão bem comportados, não ouvem quando em meio a distrações, ou o comando “Junto” desses cães só poderia ser descrito como meia-boca no máximo. Só porque alguém tentou e falhou no treinamento “com comida apenas” não significa que a “metodologia não presta”. Por favor, considere a possibilidade de que a aplicação da metodologia era a única parte com problemas.

Eu sei que minha educação é limitada, meu foco em adestramento está só naquilo que amo; primeiro criar um cão de companhia incrível e depois um grande cão de Agility, Obediência ou Flyball. Portanto, eu não tenho todas as respostas para todos os problemas em treinamento de cães. Mas eu sei que existem diversas outras pessoas por aí que também estão trabalhando duro para achar uma “forma melhor” de treino em todas as áreas. Eu também sei que a maior parte da metodologia que uso pode ser lindamente transferida para a maior parte das – senão todas – áreas de adestramento de cães, gatos, cavalos ou até crianças.

Soltando o nerd em treinamento canino

As imagens a seguir esquematizam o treinamento de cães como eu o vejo. (Nota: eu sei que tais quadros não levam em consideração os cães com quadros comportamentais severos, mas sim, levam em conta as massas que vemos todo dia no mundo do adestramento). Sabendo que cães aprendem através de reforço, o reforço é a chave para todo treinamento. Quando as pessoas perdem o controle daquilo que reforça seus cães, nada resta além da punição. É uma coisa, ou outra. Como eu enxergo, para o cão sem treinamento, a necessidade do uso de punição aumenta conforme o controle do acesso aos reforços diminui.

Susan Garrett

Nos últimos vinte anos, eu tenho olhado para o treino de cães dessa forma. Eu sinto que existem dois conceitos-chave.

Conceito Chave No. 1

Quanto melhor você controlar o acesso aos reforços, menos você terá de usar punição em seu treinamento.

A fim de treinar com um alto índice de sucesso, o reforço é uma ferramenta básica. Cães aprendem através de reforços. Se o cão teve liberdade para continuamente acessar fontes de reforçamento que fortalecessem comportamentos indesejados, você tem duas opções. Ou encontrar algo mais reforçador (o que pode não ser possível) ou punir. De verdade, não existem outras opções.

E aqui está a parte que eu adoro:

Quanto mais criativo você for em maneiras de desenvolver, redirecionar e controlar os reforços, menos necessidade haverá para punição.

Eu escolhi treinar sem o uso de correções verbais ou físicas, portanto, devo saber e controlar todas as fontes de reforçamento dos meus cães. É uma jornada incessante de descoberta para mim!

Susan Garrett

Em uma das pontas do espectro de punição está a forma mais branda, que é simplesmente segurar ou impedir o acesso a um reforço quando você não gosta daquilo que seu cão está fazendo.

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Do outro lado do espectro temos o que seria considerado abuso. Dores severas causadas com a intenção de criar medo e eliminar completamente os comportamentos.

Acho que podemos concordar que nenhum programa de treino promoveria punições desse nível como uma parte da rotina e do dia-a-dia. As linhas de “adestramento tradicional” puniriam em um nível mediano, algum ponto entre esses dois extremos. Acredito que cada escola deva ditar sua própria tolerância e definição desse uso.

Ao treinar dessa forma, você pode ser mais desleixado e não ter pleno conhecimento do que reforça ou não seu cão. Não é tão importante porque você pode voltar e tentar controlar o cão através das punições, ao invés de parar e ensinar seu cão a se autocontrolar e ignorar todas as fontes de reforços que não são direcionadas por você.

Susan Garrett

Agora vamos examinar o que eu quero dizer por “acesso a incríveis reforços”. No ponto mais baixo do gráfico, está um cão que vive de uma forma que eu descrevo em meu livro “Ruff Love”. O cão ganha (por merecer) todos os reforços e todos esses são entregues através do dono. Obviamente isso não é plenamente possível já que seu cão será reforçado por qualquer pessoa que faça carinho em sua cabeça, ou quando ele bebe água na cozinha. Justamente por isso, quando falamos do controle de reforços “incríveis”, a parte mais importante é o controle do que o seu cão considera como “incrível”.

Susan Garrett

No outro ponto dessa escala, está o cão que vive em um mundo sem regras. É o cão que rouba comida, brinquedos, persegue outros cães, esquilos ou gatos quando bem entende, late sem parar para conseguir o que quer, revira o lixo, rouba a despensa de comida e, é claro, pode ser visto arrastando o dono pelas ruas ou derrubando a visita que chega na casa…. Vocês entenderam…

Susan Garrett

Logo, tudo que isso significa é que se você acredita que o tipo de treino descrito em “Ruff Love” é muito trabalhoso ou cansativo, então você vai precisar usar punições para atingir seus objetivos de treino com seu cão.

Quanto melhor você controlar os reforços, menos você necessitará de punições para treinar seu cão.

Sim, é simples assim. Mas como diz Bob Bailey: “simples mas nem sempre fácil!”

Conceito-chave No. 2

O último conceito chave para treinar dessa forma é a forma como os reforços são usados. Treino eficiente e efetivo usa todos os reforços como recompensas ao invés de induções. O cão deve ser capaz de ignorar todos os reforços até a hora em que, tendo merecido, o recebe do dono. Assim, quando treinando dessa forma, todos os reforços mais poderosos têm sua origem, em primeiro lugar, como grande distrações para o cão.

Um desafio de treino

Fiz o vídeo abaixo para mostrar alguns exemplos do que é possível atingir com essa metodologia.  Você tem três opções:

  • você pode, obviamente, escolher não assistir ao vídeo
  • você pode assisti-lo pensando “sim, mas é um border collie!” ou “sim, mas você é uma treinadora profissional” OU
  • você pode assistir a esse vídeo com uma cabeça aberta para incontáveis possibilidades

Fonte: http://www.clickerdogs.com (Susan Garrett – Adestradora)

Cães terapeutas ajudam no tratamento de autistas e pessoas com HIV

O primeiro autista a defender uma tese de mestrado do Brasil, Daniel Ribeiro Jansen Ferreira, de 33 anos, ganhou a labradora Luana há sete anos. O cão ajudou a melhorar a coordenação motora do campineiro e a relação dele com as pessoas. Aos poucos, Jansen, que tem Síndrome de Aspenger, uma forma que afeta menos o lado intelectual do paciente, passou a ganhar confiança e aprendeu a abraçar, o que não fazia antes de ter o animal. Depois de quatro anos, o estudante se formou em biologia na Unicamp em 2003 e dois anos depois defendeu uma tese de mestrado na mesma área.

Essa foi a inspiração para que a mãe dele, Sílvia Ribeiro Jansen Ferreira, fundasse a ONG Ateac (Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas), onde, uma vez por semana, 700 autistas recebem a visita de cães terapeutas, em três hospitais da cidade. Feliz com a evolução do filho levou Sílvia a sugerir o tratamento para outras pessoas. “Meu filho é autista de auto-atendimento e tinha os movimentos muito limitados, mas depois que ele ganhou o cão começou a sorrir, abraçar e brincar. Senti que isso deveria ser expandido para que outros pais pudessem ter a mesma alegria que eu”, disse a presidente da ONG.

Os trabalhos no local são feitos por 68 voluntários, com 63 cães. Exceto a psicóloga, todos os funcionários trabalham sem receber nada em troca, inclusive o adestrador e os três veterinários.

Durante o tratamento, os assistidos podem passar a mão, abraçar e fazer todo o tipo de carinho com os cães e até fazer atividades de agilidade, como pular através de bambolês. Mas o mais importante é a interação. A mãe de David de Jesus Dias, de 13 anos, Rosemeire de Jesus de Souza Oliveira disse que o filho teve um grande desenvolvimento social depois do início do tratamento. “Ele frequenta escola da Adacamp há cinco anos. Desde então ele passou a respeitar as pessoas, a ser mais calmo e dificilmente fica nervoso”, afirma Rosemeire.

A mãe de David disse que o filho tinha medo de alguns cachorros e maltratava outros. “Antes ele queria puxar as orelhas e pernas dos cachorros e de alguns ele tinha medo. Hoje ele só faz carinho e sente saudade quando fica alguns dias sem ir às aulas”, disse Rosemeire. Ela também lembrou uma situação triste do filho, que não se repetiu depois do início do tratamento. “Ele era muito impaciente e tinha muitas crises. Uma vez ele quebrou tudo dentro de casa, hoje isso não ocorre mais. Ele melhorou 90%”, afirmou a mãe de Deivid.

Resultado

O tratamento tem resultados imediatos. “Logo no primeiro contato com os cães, as pessoas geralmente já esboçam um sorriso. As mães falam que as crianças sentem saudade quando vamos embora”, diz a presidente da ONG. Mas as mudanças mais profundas podem ser vistas depois de um trabalho a longo prazo. “É um trabalho de formiguinha e a evolução vem com o tempo através dos gestos, do carinho e da alegria que eles demonstram”, completa Sílvia.

Cães
Os animais que fazem as visitas aos pacientes têm um tratamento especial. Antes de participarem das atividades da ONG, eles passam por uma análise para identificar se o cão não é bravo, nem está doente. Os selecionados também passam por adestramento e treinamentos de socialização. Além disso, todos devem estar com vacinação em dia e tomam banho antes de cada visita.

Doações
O projeto está em expansão, com propostas de hospitais de Valinhos, Vinhedo e Americana, mas não recebe verbas do Governo. A única fonte de dinheiro do projeto são as doações. Os interessados em contribuir financeiramente podem saber como no site da Afeac.

Fonte: EPTV Campinas

Afghan Hound – Adestra Campinas

A origem do Afghan Hound, considerada uma das mais belas e exóticas entre todas as raças, é muito antiga e perde-se no tempo. Por isso mesmo, sobram lendas a respeito da raça, que teria sido, segundo relatos, o representante da espécie canina na arca de Noé.

Alguns historiadores baseiam-se em um manuscrito chinês para provar que o Afghan, conhecido como Tazi em seu país de origem, seria o descendente direto dos primeiros canídeos que habitavam as estepes asiáticas 100 mil anos antes da era cristã.

A palavra Tazi, utilizada pelos afegãos para o nome da raça também significa ‘rápido’ ou ‘branco’ e também seria o nome de uma cidade entre Ghazni e Kandahar, que o sultão Muhmud de Ghazni havia dedicado aos Afghans que teriam ajudado a conter uma invasão hindu.

Veschnost kennels Todas essas hipóteses na verdade dificilmente serão passíveis de comprovação, mas dão uma boa idéia do fascínio que estes cães despertam.

O que parece certo é que o Afghan foi abordado, pela primeira vez, numa aquarela publicada na obra de Thomas D Broughton, chamada ‘Cartas escritas em um campo de Mahratta’, em 1809.

O primeiro Afghan ‘real’ chegou à Inglaterra em 1907, levado pelo capitão John Barff e exposto no Palácio de Crystal em outubro daquele mesmo ano.

Outros cães começaram a chegar à Europa a partir daquela data e provocaram grande discussão entre os criadores, uma vez que o tipo físico deles era bastante heterogêneo, chegando-se mesmo a considerar a divisão da raça em duas, em 1962. A proposta de divisão foi feita por uma juiza baseando-se nas diferenças entre os afghans ‘do deserto’, também chamados de ‘bell murray’ e os afghans ‘das montanhas’, ou ghazni. A principal diferença entre os dois tipos era o tamanho dos cães, sendo que os do ‘deserto’ eram muito maiores do que os ‘da montanha’ e os ‘da montanha’ tinham uma pelagem muito mais longa do que os ‘do deserto’. De qualquer forma, o padrão oficial do Afghan, escrito apenas em 1933, contemplava os dois tipos físicos.

Na sua terra natal, os Afghans foram utilizados para um grande número de tarefas: eram utilizados para entrega de correspondências, como cão de caça à gazela e à lebre, e até mesmo como cão de defesa de propriedades. Apesar das tarefas distintas, todas tinham em comum o fato de que o Afghan é um cão anatomicamente desenhado para desenvolver grande velocidade, o que lhe rendeu ainda a tarefa de cão de corrida, que ainda é praticada em muitos países, especialmente na Inglaterra e Estados Unidos.

Personalidade

Club Français des Amateurs de Lévriers d'Asie Persans & AfghansO Afghan Hound, até em função de suas atividades originais, que obrigavam que ele mesmo tomasse suas decisões, não é um cão de atitudes submissas e devotadas. Isso não quer dizer que ele não se apegue aos donos, mas sim que só vai obedecer se quiser.

Para aqueles que esperam um cão que siga o dono pela casa, o Afghan é totalmente contra-indicado. No entanto para aqueles que desejam um cão mais independente, que não fique pedindo carinho e solicitando atenção, o Afghan pode ser uma boa pedida. Alguns criadores sintetizam esse traço de comportamento afirmando que o Afghan tem um comportamento muito mais ‘felino’ do que canino.

É um cão bastante tranquilo, que pode até viver em pequenos espaços, mas que precisa fazer exercícios regulares para se manter saudável e em forma, uma vez que sua estrutura física foi moldada para esta finalidade.

Não costuma latir em excesso. O relacionamendo do Afghan com crianças é controverso e normalmente os criadores afirmam que a disposição de brincar e respeitar crianças varia muito de acordo com cada exemplar, o mesmo valendo para o convívio com outros cães e gatos… Alguns podem conviver relativamente bem e outros não. Agora… com certeza é melhor evitar a presença de roedores na mesma casa, uma vez que em sua origem o Afghan era, antes de mais nada, um caçador e são grandes as chances de acontecer um ‘acidente’.

Na classificação do pesquisador Stanley Coren, em seu livro ‘A Inteligência dos Cães’, o Afghan é o último colocado. Isso não quer dizer que a raça seja ‘burra’, mas que simplesmente que eles não fazem a menor questão de obedecer a comandos.


O Filhote

O filhote de Afghan passa por uma transformação total até chegar aos dois anos. Logo que nasce não lembra nem de longe a elegância de um adulto. Tem a cara chata, focinho curto e poucos pêlos.

Aos poucos, começa a ‘parecer’ um Afghan e a partir dos 3 meses fica mais fácil de identificar as características da raça.

Como todos os filhotes, o Afghan precisa, desde cedo, perceber quais são os seus limites de maneira clara. Especialmente devido ao seu temperamento independente, aulas de obediência devem ser feitas preferencialmente pelo proprietário e de maneira que o filhote sinta-se estimulado constantemente, caso contrário as aulas podem ser uma grande frustração para o proprietário.

Não se deve perder de vista o fato de que o Afghan tem um temperamento muito típico, mas que corretamente estimulado pode ser um cão bastante obediente.

Um dos principais cuidados que se deve ter com o filhote é proporcionar bastante atividade física, mas nunca se deve soltar um afghan (mesmo depois de adulto), num espaço sem proteção de grades, caso contrário o cão pode facilmente escapar e será muito improvável que o proprietário consiga alcançar um Afghan correndo.

Caso o cão more em casa com quintal, deve-se ter o cuidado de aumentar o muro para uma altura segura. Afghans conseguem pular grandes alturas com relativa facilidade.

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A Pelagem

Uma das principais características da raça é sua pelagem longa e exuberante. No entanto essa mesma pelagem é uma das principais dificuldades da manutenção da raça.

O Afghan precisa de escovações regulares, um processo que, num cão adulto pode levar mais de 2 horas.

O banho deve ser dado semanalmente e o pelo deve ser desembaraçado ANTES, caso contrário, a formação de nós é inevitável. A secagem deve ser feita com muito cuidado, para que o pelo não quebre e evitando o surgimento de fungos e outros problemas relacionados à pele.

O Afghan costuma perder o pelo ‘infantil’ em torno dos 9 meses. A partir desta idade a escovação deve ser, de preferência, diária, visando ajudar na troca de pelo. O mais importante, no entanto, é acostumar o filhote desde cedo a esta rotina de escovação que fará parte do seu cotidiano.

Alguns Afghans possuem uma espécie de barbicha, chamada de mandarim, que confere ao cão um aspecto ainda mais exótico e aristocrático.

Durante o verão há uma tendência do Afghan perder mais pêlos, mas não a ponto de espalharem pela casa como ocorre com raças sujeitas à muda. Neste período, pode-se escovar a cada dois dias para removê-los.

Club Français des Amateurs de Lévriers d'Asie Persans & Afghans

Cores

A raça admite todas as cores. No entanto algumas são mais valorizadas do que outras, especialmente devido à sua pequena frequência de aparecimento.

As cores mais comuns são: marfim, dourado (numa grande variedade de tons que vai desde o creme ao acaju), azuis, tigrados e cinzas. Uma das mais raras é a chamada ‘dominó, que é o creme acompanhada de um tom cinzento/azulado no dorso.

Em qualquer uma das variedades, é aceito que os cães tenham máscara preta no focinho.

Um dado importante sobre a coloração do Afghan é que ela só é considerada definitiva após o cão ter feito a primeira troca de pelos com 9 ou 10 meses.

Problemas comuns à raça

Normalmente os Afghans são cães fortes e resistentes, não havendo registro de doenças específicas da raça. No entanto, de maneira geral tem predisposição para desenvolver alguns problemas:

  • Otite – especialmente pelo formato de suas orelhas mais longas. A prevenção é basicamente feita com a limpeza semanal dos ouvidos para diminuir os riscos de infecção.
  • Tártaro e problemas de gengivite
  • Raquitismo – em função de seu rápido crescimento, está sujeito a raquitismo, que pode causar deformações ósseas e dificuldade na locomoção. Em filhotes é possível evitar ou corrigir a doença. Mas nos adultos não há cura.
  • Catarata juvenil – que pode levar o cão a ficar cego

 

Mastim Napolitano – Adestra Campinas

O Mastim (Mastino) Napolitano é uma raça bastante antiga, sendo citado por grandes oradoras da Roma antiga, como Columela, que assim caracterizava o ‘bom cão guardião’: “cão guardião da casa deve ser preto, ou escuro, para atemorizar o ladrão de dia e poder atacá-lo à noite, sem ser visto. A cabeça é tão importante que se apresenta como a parte mais importante do corpo, as orelhas são caídas e pendem para a frente…” No entanto, apesar de ser citado por muitos historiadores ao longo da história, a origem precisa da raça continua sendo um assunto bastante controverso.
Alguns historiadores afirmam que os Mastins seriam descendente dos cães que Alexandre, o Grande, conheceu na Índia e havia levado para Roma. Outros acreditam que a raça seja descendente direto dos molossos romanos, usados nas guerras contra os exércitos inimigos e outros ainda afirmam que a raça tenha sido originada do cruzamento entre os molossos romanos e os “Pugnaces Britannie”, trazidos da Inglaterra pelos soldados romanos, quando eram usados não apenas para a guarda de propriedade, mas também pelos exércitos como cães de ‘guerra’, sendo importantes auxiliares das legiões.

Mas, de maneira geral, todas as correntes acreditam que o Mastim colaborou para a constituição de muitas outras variedades de molossos, como o Rottweiler e o São Bernardo.

Apesar da antigüidade, o Mastim Napolitano só foi reconhecido oficialmente como raça bem mais recentemente e esse feito deveu-se, especialmente, ao trabalho de seleção do escritor Piero Scanziani, que interessou-se pelos cães apresentados na 1ª Exposição Canina em Nápoles. Foi ele quem iniciou um trabalho de seleção e em 1949, conseguir junto ao E.N.C.I. (Ente Nazionale Cinofilo Italiano) o reconhecimento oficial da raça, cujo padrão definitivo foi fixado apenas em 1971.

Personalidade

De boa índole, especialmente com os donos, a quem é extremamente leal, o Mastim Napolitano é um cão que sempre foi utilizado para a guarda, função na qual se consagrou por exercê-la de maneira bastante equilibrada.

Seu aspecto físico contribui bastante para este sucesso. Sua cabeça, considerada a maior entre todas as raças caninas, tem um aspecto muito particular e no conjunto, seu crânio extremamente largo e achatado, focinho muito grosso e curto, formam a aparência de “gigante feroz” de expressão carrancuda que caracteriza o estereótipo da raça.

Não costuma latir desnecessariamente, mas se o faz, o efeito é realmente atemorizante e na mesma lógica, não é um cão que apenas ‘ameace’ um ataque.

A boa convivência com os Mastins deve ser construída pelos donos desde cedo, com aulas de socialização e obediência. Segundo criadores, o Mastim não deve receber adestramento para ataque, uma vez que instinto natural já o qualifica para a função.

Segundo o padrão da raça, o Mastim deve ser um cão dócil, realmente apegado ao dono e à sua família. Apesar de ser considerado muito paciente com as brincadeiras infantis, em razão de seu porte físico, é sempre importante que o contato seja supervisionado. É um cão que apesar de seu tamanho avantajado, é extremamente afável com os que conhece e para seu bom desenvolvimento emocional, necessita de contato com as pessoas.

Muito forte e robusto, é um cão que resiste bem ao esforço físico, sendo utilizado em algumas regiões da Itália como cão boiadeiro.

Até em razão de seu porte físico (o tamanho máximo permitido pelo padrão é de 77cm na cernelha – junção do pescoço com o tronco do cão), o Mastim não é um cão muito agitado ou ativo, mas apesar disso, é um cão que precisa realmente de espaço. Não costuma galopar, mas em compensação, tem uma forma de ‘trote’ muito característica, especialmente por causa do aspecto pesado que tem quando adulto.

O Filhote

A principal característica do Mastim é o crescimento acelerado. Um filhote que nasce com cerca de 500 gramas, aos 2 meses pode pesar cerca de 12 kg e aos 6 meses chega até a 50 quilos. Assim, o principal cuidado com o filhote deve ser com a alimentação, que precisa ser rica em cálcio e vitaminas, procurando assim evitar os problemas advindos da carência desses nutrientes, como a descalcificação, displasia e problemas nas juntas.

A escolha do filhote deve ser pautada pela responsabilidade do criador. É fundamental que o novo dono conheça os pais e ateste seu bom temperamento.

Outros sinais físicos importantes para a escolha do filhote:

  • Quanto mais curto for o focinho, melhor. Caso seja longo, a pele tende a esticar com o crescimento e ele não terá, quando adulto, as rugas características da raça.
  • Ainda quanto às rugas… elas se apresentam de 4 jeitos diferentes no filhote: há os que nascem com quase nenhuma (o que indica que não desenvolverá quando adulto); os que nascem com elas, mas depois as perde para sempre – o que acontece especialmente com os exemplares com focinho mais longo; os que nasces com rugas, as perde e mais tarde, entre 7 meses e um ano, fica enrugado de novo. Por último, o tipo considerado ideal, é o que nasce enrugado e assim permanece. Para saber a qual tipo pertence o futuro filhote, só mesmo vendo os pais.

Outro cuidado importante na escolha do filhote diz respeito à sua pigmentação. É fundamental que o nariz seja escuro, caso contrário é sinal de despigmentação e o padrão desqualifica. Os olhos podem ser azuis até os seis meses, mas depois devem escurecer, acompanhando a cor da pelagem.

O Mastim só atinge seu auge físico aos 3 anos de idade, quando pode chegar a pesar até 85 quilos.

Outro problemas comuns à Raça

Os principais (e mais graves) problemas do Mastim Napolitano são devidos à sua própria estrutura e constituição física.

Displasia coxo-femural – má-formação do encaixe do fêmur com a bacia. Pode ser tanto de origem genética ou como adquirida em razão da exposição do cão a pisos lisos. Não tem cura. Por isso, a escolha do filhote junto a um bom criador é fundamental, assim como a alimentação do filhote com rações de primeira qualidade e acompanhamento do veterinário quanto à adição de suplementos de cálcio e vitaminas.
Obesidade – o Mastim é considerado um ‘guloso por natureza’ e tem tendência a apresentar problemas de excesso de peso que pode comprometer a estrutura óssea. Para evitar esse problema, além de não dar comida ‘demais’, é importante exercitá-los sempre, com caminhadas diárias.

Torção gástrica – pode-se evitar esse problema dividindo a porção total de ração, evitando dar toda a comida de uma única vez.

Dermatite – O Mastim, especialmente o tipo mais enrugado pode apresentar problemas de acúmulo de sujeira e umidade na pele. Para evitar esse problema, é importante secar bem o cão após o banho ou exposição à chuva.

Ranking de Inteligência Canina

Em praticamene todas as matérias deste site sobre cães, incluo uma referência à classificação elaborada por Stanley Coren em seu livro A Inteligência dos Cães. A tabela foi elaborada pelo pesquisador através de um questionário elaborado por ele e preenchidos por juízes americanos, especializados em provas de obediência. O objetivo era atingir o maior número de cães e raças arcando com o “risco” de uma avaliação indireta. Segundo ele, 208 juízes especialistas nos EUA e no Canadá responderam ao seu questionário e destes, 199 foram completos.

Qual a ressalva importante a fazer antes de publicar a lista? É importante ter em mente que a “inteligência” de que falamos, é para Stanley Coren, definida como “Inteligência de Obediência e Trabalho”, e não da inteligência “Instintiva” dos cães. As 133 raças foram organizadas de 1 a 79.

Graduações

O pesquisador faz ainda algumas observações bastante interessantes sobre os “Grupos” de cães.

Graduações de 1 a 10 – Correspondem aos melhores cães em termos de inteligência e trabalho. A maioria dos cães destas raças começam a mostrar sinais de compreensão de comandos simples após apenas 5 repetições e não precisam de muita prática para manter esses comandos. Eles obedecem a primeira ordem dada pelo dono/treinador em cerca de 95% dos casos, e além disso, eles costumam obedecer a esses comandos apenas alguns segundos depois de solicitado, mesmo que o dono esteja longe fisicamente.

Graduações de 11 a 26 – São excelentes cães de trabalho. O treinamento de simples comandos depois de 5 a 15 repetições. Os cães lembram destas ordens muito bem embora possam melhorar com a prática. Eles respondem ao primeiro comando em cerca de 85% dos casos, ou mais. Em casos de comandos mais complexos, é possível notar, ocasionalmente, uma pequena demora no tempo de resposta, mas que também pode ser eliminada com a prática destes comandos. Cães deste grupo também podem demorar mais a responder se seus donos/treinadores estiverem fisicamente distantes.

Graduações de 27 a 39 – São cães de trabalho acima da média. Embora eles demonstrem um entendimento preliminar de novas tarefas simples depois de 15 repetições, em média vão precisar de 15 a 20 repetições antes que eles obedeçam de formas mais imediata. Os cães desse grupo se beneficiam enormemente de sessões extras de treinamento , principalmente no começo da aprendizagem. Depois que eles aprendem e adquirem o hábito do novo comportamento, geralemnte eles retêm os comandos com uma certa facilidade. Outra característica destes cães é que ele costumam responder no primeiro comando em 70% dos casos, ou ainda melhor que isso, dependendo da quantidade de tempo investdo no treinamento deles. A única coisa que os separa dos melhores cães em obediência é que eles tendem a demorar um pouquinho mais de tempo entre o comando dado e a resposta, além disso eles parecem ter um pouco mais de dificuldade em se concntrar no comando na medida em que o dono se distancia fisicamente deles. No entanto, quanto maior a dedicação, paciência e persistência do dono/treinador, maior o grau de obediência desta raça.

Graduações de 40 a 54 – São cães de inteligência de trabalho e obediência intermediária. Durante o aprendizado, eles irão demonstrar sinais rudimentares de compreensaão após 15 a 20 repetições. No entanto, para que eles obedeçam razoavelmente serão necessárias de 25 a 40 experiências bem sucedidas. Se forem treinados adequadamente, estes cães irão apresentar boa retenção e eles irão se beneficiar, definitivamente, de todo esforço extra que o dono dispensar durante o período inicial de aprendizado. Na verdade, se este esforço inicial não for aplicado, no início do treinamento, o cão parecerá perder rapidamente o hábito de aprender. Normalmente eles respondem no primeiro comando em 50% dos casos, mas o grau de obediência final e confiabilidade irá depender da quantidade de prática e repetições durante o treinameto. Ele também poderá responder de uma forma consderavelmente mais lentas do que as raças em níveis mais elevados de inteligência.

Graduações de 55 a 69 – São cães cuja capacidadede obediência e de trabalho é apenas razoável. às vezes é perciso cerca de 25 repetições antes que eles comecem a mostrar algum sinal de entendimento do comando novo e provevelmente serão precisas outras 40 a 80 repetições antes que eles se tornem confiáveis em tal comando. Ainda sim o hábito de obedecer ao comando pode parecer fraco. Se eles não forem trenados várias vezes, com extra dose de persistência, estes cães irão agir como se tivessem esquecido completamente o que se espera deles. Sessões ocasionais de reforço são necessárias para manter a performance do cão num nível aceitável. Se os donos trabalharem apenas o “normal” para manter seus cães treinados, os cães irão responder prontamente no primeiro comando em apenas 30% dos casos. E mesmo assim, eles obederação melhor se o dono estiver muito perto deles fisicamente. Esses cães parem estar sempre distraídos e obedecem apenas quando eles assim desejam.

Graduações de 70 a 79 – São as raças julgadas como as mais difíceis, com o menor grau de inteligência de trabalho e obediência. Durante o treinamento inicial, podem precisar de 30 a 40 repetições de simples comandos antes de mostrarem algum sinal de que fazem idéia do que se trata. Não é raro que esses cães pecisem executar mais de 100 vezes um comando antes de se tornarem confiáveis na sua performance.

Posições

Abaixo estão relacionadas as posições das raças no ranking:

Boxer – Adestra Campinas

Boxer é uma raça de cão de médio porte e pêlo curto, de cor dourada ou tigrada, de mandíbula proeminente, corpo quadrado e de porte atlético.

Histórico

O primeiro aparecimento de exemplares da raça foi em 1895, por amabilidade do Clube Alemão do São-Bernardo que permitiu, durante uma exposição monográfica da raça, a exibição de alguns exemplares de boxer. Contudo, no início não se alcançou o êxito desejado, no intuito de melhorar e popularizar a raça. Ganhou “Múhlbauers Flocki”, filho de “Tom” um buldogue branco, propriedade do Dr. Toenniessen, e da fêmea bierboxer (moderno bullenbeisser) “Alt’s Schecken”, filha de “Alt’s Flora”, uma fêmea tigrada levada para a Alemanha a partir do sul da França em 1887 por George Alt, natural de Munique. “Flocki” seria o primeiro Boxer inscrito no Livro de Origens.

Em 17 de Janeiro de 1896 seria fundado na cidade de Munique (capital da Baviera) o clube alemão da raça, o Boxer Klub Sitz Münche, e dois meses mais tarde, a 29 de Março, organizava-se a primeira exposição monográfica, actuando como juíz Elard König.

Em 1902 fixaram-se, de forma provisória, as primeiras bases raciais, sendo publicado em 1904 o primeiro Livro de Origens (Zuchbuch), registo genealógico da raça, ao mesmo tempo que surgia o “Boxer Blatter, boletim do clube onde era publicado o primeiro estalão oficial.

Durante estes anos de início na criação e selecção apareceram certas controvérsias, entre o cada vez mais numeroso grupo de aficionados, em relação à estrutura que o Boxer deveria ter: havia quem preferisse o tipo semelhante ao Bulldog clássico; outros, pelo contrário, inclinavam-se mais para o tipo do antigo Bullenbeisser; por último, havia os que aspiravam a um cão diferente, mais evoluído e elegante. Finalmente, o clube inclinou-se por esta última versão e esse foi o seu ponto de referência até aos nossos dias.

É curioso observar como a cor branca foi dominante nos primeiros anos de história da raça, altura em que o conceito de funcionalidade primava em relação a outros factores, chegando inclusivé a ser permitido que o branco ocupasse a maior parte do manto do cão com a intenção de não afastar da criação, exemplares que pudessem fornecer outra série de características interessantes. Pouco tempo depois (anos 1925 e 1926), o clube efectuou uma série de revisões no estalão e começou a tentar a sua eliminação através duma intensa selecção, meta que ainda não foi totalmente atingida pelos criadores de Boxer, uma vez que ainda continuam a nascer cachorros brancos.

Depois da Segunda Guerra Mundial, o boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.

Origem

Pelo menos cinco raças participaram na criação do boxer: o bullenbeisser (“mordedor de touros”), o baerenbeisser (“mordedor de ursos”), o brabanter da Bélgica, o dantziger da Polónia e o bulldog inglês.

Os bullenbeiasers (há quem o defina como a sua versão moderna) eram famosos no país germânico desde a Idade Média. Eram provenientes duma população de dogues existente na Alemanha, Bélgica, Países Baixos e no leste de França, descendentes dos chamados Cannis ursiturus, (cães de urso) e Cannis porcatoris (cães dejavali), e utilizados nessa época como cães de agarre. Foi seleccionado mais pela sua funcionalidade que pela sua beleza, uma vez que tanto era utilizado para a caça de grandes presas, como na guarda do gado bravo, assim como “espectáculos” de lutas contra os touros. Crê-se que a as suas origens poderiam estar nos mastins alemães importados da Inglaterra.

O brabante da Bélgica, tal como o dantziger, era um cão menor, ágil e rápido. De cor dourada, era utilizado como condutor nas manadas e em alguns lances de caça maior. Cortava-se-Ihes o rabo e as orelhas quando eram jovens.

E, por último, o bulldog inglês (do tipo antigo), um pouco maior e mais pesado que o Bulldog moderno, que chegou à Alemanha a partir de 1820.

Alguns historiadores e cinófilos sustentam a teoria de que presas e alãos espanhóis, tal como o dogue de Bordéus, também deram sangue para o projecto racial do boxer.

Padrão oficial

O boxer é um cão de porte médio para grande, compacto, de figura quadrada, com ossatura robusta e de pelagem curta. A musculatura é seca, poderosamente desenvolvida, modelagem nitidamente definida. Sua movimentação é enérgica, poderosa e nobre. O boxer não é rústico, pesado, muito leve, nem lhe falta substância. Seu verdadeiro nome é boxer bullenbeisser alemão.

Proporções importantes: a) Comprimento do tronco: a construção é de figura quadrada, isto é, a horizontal da cernelha e as duas verticais, uma tangenciando a ponta do ombro e a outra a ponta do ísquio, formam um quadrado. b) Profundidade de peito: o peito alcança abaixo dos cotovelos, sendo a metade de altura da cernelha. c) Comprimento da cana nasal: a proporção crânio-focinho é de 2:1; medidos o crânio do stop, canto medial do olho até o occipital e da ponta da trufa ao stop.

Cabeça e crânio: é a parte do Boxer que lhe confere o aspecto característico: bem proporcionada ao tronca sem parecer leve nem muito pesada. O focinho, o mais largo e poderoso possível. A estrutura da cabeça obedece a relação proporcional entre as medidas do focinho e as do crânio. Visto de qualquer ângulo, o focinho guarda uma proporção correta com o crânio, isto é, não pode parecer muito pequeno. A pele, normalmente, não apresenta rugas. Entretanto, com o movimento natural das orelhas, conforme cada posição, pode haver formação de rugas. Com origem na face dorsal da raiz do focinho, rugas naturais, levemente marcadas, descem simetricamente pelas faces laterais. O crânio bem modelado, isométrico, com as faces planas, sem relevo, levemente arqueado, sem ser curto, abobadado, ou plano; moderadamente largo e o occipital moderadamente pronunciado. Stop: nitidamente marcado, formado pelo frontal e a cana nasal. A cana nasal não deve ser encurtada, como no Buldogue, nem caída para a frente. O comprimento da cana nasal é igual a metade do comprimento do crânio (relação C/F=2:1). O frontal apresenta um sulco mediano, sutilmente, profundo especialmente entre os olhos. Trufa: fica um pouco mais alta, em relação à raiz, larga, preta, levemente arrebitada, com narinas largas, separadas pelo fino sulca mediano da trufa.

Focinho: bem desenvolvido nas três dimensões de maneira equilibrada. Sua forma é determinada pela: a) forma e articulação dos maxilares; b) disposição dos caninos inferiores e alinhamento das arcadas dentárias; c) maneira com que os lábios se amoldam a essa estrutura. Os caninos, de bom tamanho, são o mais afastado possível. O plano anterior do focinho é, portanto, largo, quase quadrado, formando um ângulo obtuso com a linha superior do focinho. O contorno do lábio superior pousa no contorno do inferior. O lábio inferior, no terço anterior da mandíbula, curvada para cima, não pode ultrapassar muito à frente nem, tão pouco, ocultar-se sob o lábio superior. O queixo projeta-se à frente do lábio superior, de maneira bem nítida, tanto de frente, quanto de perfil, sem por isso assemelhar-se ao do Buldogue. Tanto os incisivos inferiores, quanto a língua devem ficar ocultos, enquanto a boca estiver fechada. Os seis incisivos são bem alinhados, inclusive os incisivos pinça, entretanto, os superiores formam um leve arco, enquanto, os inferiores alinham-se em reta. Os dentes são fortes, sadios e normalmente inseridos.

A mandíbula avança em relação à maxila e assume um forma levemente encurvada para cima.

Lábios: os lábios arrematam a forma do focinho. O superior é espesso, formando um acolchoado, que preenche o espaço do prognatismo entre a arcada superior e inferior e fica apoiado nos caninos inferiores. Dentes: o Boxer é naturalmente prognata. A maxila é larga desde a raiz, mantendo, essa largura, em toda sua extensão, diminuindo muito pouco, na direção da ponta do queixo. Tanto a maxila quanto a mandíbula são muito largas na ponta do focinho. Faces: fortemente desenvolvidas, em virtude da robustez dos maxilares, sem que com isto, sejam fortemente pronunciadas em relevo saliente: apenas fundem-se ao focinho em leve curva. Olhos: marrom escuro, com a orla das pálpebras escura, de tamanho médio e inserção faceando com a superfície da pele. De expressão enérgica e inteligente, sem ficar com a expressão carrancuda, ameaçadora, penetrante. Orelhas: inserção alta, preferencialmente pequenas e espessura delgada. Em repouso, são portadas pendentes bem rentes às faces. Em atenção, voltam-se para a frente, caindo e fazendo uma dobra bem marcada. Quando operadas, são cortadas em ponta, de comprimento moderado, com o pavilhão auditivo de largura moderada e são portadas eretas.

Pescoço: com a nuca bem evidenciada, por uma curva elegante, na linha superior; de seção redonda, comprimento e largura médios; forte e musculado, pele ajustada em toda a extensão, sem ser exageradamente lassa, e sem barbela.

Tronco: de construção quadrada, compacto e membros retos. Cernelha: bem marcada. Linha superior: reta, dorso e lombo curtos, largos e bem musculosos. Garupa: levemente inclinada, larga, com tênue, quase reto, arqueamento. O osso pélvico é longo, largo, sendo mais largo nas fêmeas. Peito e antepeito: profundo, descendo ao nível dos cotovelos; e igual à metade da altura da cernelha. Antepeito bem desenvolvido. Costelas: bem arqueadas, sem ser em barril, com as articulações bem anguladas para trás. Linha inferior: descreve uma curva elegante, ligeiramente esgalgada. Lombo: curto, compacto e rígido. Cauda: de inserção mais para alta que baixa, amputada, portada acima da horizontal.

Membros anteriores: visto de frente, os membros anteriores devem ser retos e paralelos, com uma forte ossatura. Ombros: com escápula longa e inclinada, bem amoldada ao tórax, sem ser muscularmente carregado. Braços: longos, com uma forte ossatura, articulações firmes e o úmero fazendo um ângulo reto (90°) com a escápula. Cotovelos: bem ajustados, trabalhando paralelos, rente ao tórax. Antebraços: verticais, longos e fortemente musculados por musculatura seca. Carpos: fortes, bem marcados, embora sem volume. Metacarpos: curtos, quase verticais. Patas: pequenas, redondas, compactas, e almofadas plantares com a sola bem resistente.

Membros posteriores: musculatura muito forte, músculos rígidos, com relevo bem modelado. Coxas: longas e largas. Articulações coxofemorais e dos joelhos o mais fechada possível. Joelhos: com o exemplar em stay, deve tangenciar a vertical da ponta do ílio. Pernas: muito musculosas. Jarrete: forte, bem definido, com a ponta não voltada para cima e o ângulo próximo aos 140°. Metatarso: curto, pouco inclinado fazendo um ângulo com o solo de 95° – 100°. Patas: levemente mais longa que as dos anteriores, com almofadas robustas.

Movimentação: vigorosa, com muita propulsão e nobreza.

Pele: ajustada, elástica e sem rugas.

Pelagem: Pêlo: curto, duro, brilhante e bem assentado.

Cor: fulvo (dourado) ou tigrado. Dourado se apresenta em diversas tonalidades, indo do vermelho escuro ao amarelo claro; as tonalidades médias, o vermelho amarelado, são as mais características. A máscara preta. Tigrado se desenha em listas transversais, de cor escura ou preta, sobre as diversas tonalidades já descritas. O contraste entre a cor das listas e a cor base deve ser nítido. As marcas brancas não devem ser proscritas; elas podem, até mesmo, ser muito agradáveis.

Talhe: altura medida na cernelha, na vertical que passa pelo cotovelo; Machos: 57a 63 cm; Fêmeas: 53 a 59 cm.

Peso: os machos com altura em torno de 60 cm devem pesar acima de 30 quilos; as fêmeas de cerca de 56 cm, aproximadamente 25 quilos.

Faltas: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta, e penalizada na exata proporção de sua gravidade.

Classificação FCI:

Grupo 2 : Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços. Seção 2.1 : Molossos

País de origem: Alemanha Nome no país de origem: Deutcher Boxer Utilização: Guarda e companhia

Exigida prova de trabalho para o Campeonato.
Padrão Oficial da Raça Confederação Brasileira de Cinofilia – Filiada à Fédération Cynologique Internationale

Cirurgias estéticas

O corte estético das orelhas continua popular, principalmente em países como os Estados Unidos da América. O corte da cauda é feito nos primeiros dias de vida do filhote e é simples, devendo ocorrer na terceira ou quarta vértebra caudal. Em seu país de origem, ambas as amputações foram proibidas e no Brasil, em 2008, o corte de orelhas foi proibido e o de cauda considerado procedimento cirúrgico não recomendável pela Resolução 887 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. A tendência é, com a alteração do padrão oficial da raça, que as amputações, não só em Boxers, como em outras raças, sejam uma prática aos poucos abandonada.

Potenciais problemas de saúde

Boxers são suscetíveis a tumores. Entre seus possíveis problemas de saúde também estão a displasia coxo-femural e a cardiomiopatia.

Potenciais donos de boxer podem se sentir tentados a escolher outra raça de cachorros por causa de potenciais problemas de saúde, mas devem pensar novamente e reconsiderar sua decisão.

A incidência dessas doenças é baixa, e ao se adquirir um cão de criadores idôneos, que forneçam certificados de saúde para seus exemplares, aumenta-se muito as chances de ter um animal saudável e longevo.

Pastor Alemão -Adestra Campinas

O Pastor Alemão, ou Lobo-da-Alsácia, como é chamado em Portugal, é uma das raças de cães mais difundidas e estudadas ao redor do mundo, apesar de não ser considerada uma raça antiga. 

Origens

Suas origens remotam ao Paleolítico, época em que os homens, durante as caçadas, eram acompanhados por matilhas selvagens que se alimentavam dos restos de alimentos na região da Turígia. Depois, no neolítico, com a criação de ovelhas, os alemães necessitavam de um cão forte e de movimentação rápida acompanhada de um mínimo gasto de energia, além de uma inteligência excepcional, para proteger o rebanho de animais selvagens ou invasores, e impedir que o próprio rebanho destruísse as plantações. Para essa função foi criada toda a família de cães pastores. Durante 3 mil anos, os alemães foram aprimorando seus cães de pastoreio ninhada por ninhada, até a seleção definitiva, em 1882, por Max von Stephanitz. O Pastor alemao é uma raça de cães de guarda. É muito rápido, agil, forte e preparado, sendo considerado um dos cães mais inteligentes. Foi considerado 3 vezes o melhor cão para se adestrar. Um dos maiores cães de guardas na segunda guerra mundial recebeu a alcunha de ‘el diablo’ (o diabo, em português). 

A Criação

O criador da raça que conhecemos hoje como Pastor Alemão foi o Capitão da Cavalaria Alemã Max von Stephanitz, que seleciou os melhores cães pastores da Alemanha, tendo cruzamentos até com lobos para aumentar seu tamanho e agilidade; chegando no cão perfeito, o primeiro pastor Capa Preta: Horand von Grafath, conhecido também como Hektor von Nürburgring, que foi apresentado pela primeira vez ao público numa feira de novidades 1882, em Hanover, Alemanha. Os descendentes de Horand mostraram todas as qualidades desejáveis num cão, e com isso, a raça ganhou um grande número de cães em pouco tempo. Em 1899 Max fundou a Verein für Deustcher Schaferhund, a sociedade que hoje é a maior do mundo em cães de uma só raça.

Usado pelos alemães nas duas guerras mundiais, como mensageiro e cão de alarme, foi odiado pelos ingleses e franceses, foi proibido de entrar em alguns países por um tempo e teve seu nome trocado para Pastor Alsaciano, uma vez que era considerado inadequado um nome que evocasse lembranças ruins da guerra contra os alemães. Somente em 1930 o kennel club autorizou novamente o nome Pastor Alemão. Hoje está entre os três cães com maior número de registros de Pedigree em quase todos os países de cinofilia adiantada. É a raça mais conhecida e difundida no mundo todo. De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Pastor Alemão encontra-se na 3ª posição entre as 79 pesquisadas. 

As Qualidades

Max von Stephanitz jamais selecionou cães apenas por estética ou aparência e porte físico, a não ser que as belezas externas refletissem as belezas internas. Em razão disso, o Pastor Alemão é a única raça que consegue reunir tantas aptidões, como cão pastor, cão de busca e salvamento e também farejador, graças ao seu olfato extremamente desenvolvido, guia de cegos, por sua inteligência e docilidade, cão de companhia por sempre estar querendo agradar o dono, cão de polícia, cão de guerra, e finalmente para guarda por sua agilidade no ataque e latido prolongado. 

Filhotes

Nascem quase todos com a cor preta dominante, peludos e com orelhas para baixo, que devem estar naturalmente eretas até os 3 meses de idade. Caso elas não subam, pode significar deficiência nutricional (geralmente vitaminas). É recomendado levar ao veterinário.
 
Pastor Alemão - Organização Brasileira de Cinofilia

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